domingo, 4 de fevereiro de 2018

ZODÍACO JAPONÊS




Juunishi é o nome do Zodíaco japonês.A diferença entre o Zodíaco chinês e o japonês é em relação ao calendário. Na China, o Ano Novo tem início de acordo com o calendário lunar chinês. No Japão, o Ano Novo é baseado no calendário solar desde 1872, quando o calendário lunar deixou de ser usado no país.

Por esta razão, o signo das pessoas nascidas em janeiro e fevereiro pode ser diferente, uma vez que o animal que rege o ano começa em datas diferentes nos dois países. Em 2018, o Ano Novo Chinês  começa no dia 16 de fevereiro e termina em 4 de fevereiro de 2019. Já no Japão, o Ano Novo, começou de acordo com o calendário solar, ou seja, dia 1 de janeiro.


Muita gente acredita que o horóscopo chinês é utilizado em todo oriente, mas engana-se pois apesar de seguirem as mesmas raízes o horóscopo japonês apresenta uma grande diferença devido á sua forma de contagem. Pouco difundido, esse estudo astrológico japonês possui praticamente os mesmos signos que o horóscopo chinês, mas a sua classificação anual é diferente, devido ao uso do calendário solar como base.


Animal do zodíaco
Kanji
Romaji
Ano de nascimento
 Rato
(ne)
1924, 1936, 1948, 1960, 1972, 1984, 1996, 2008, 2020
 Boi
(ushi)
1925, 1937, 1949, 1961, 1973, 1985, 1997, 2009, 2021
 Tigre
(tora)
1926, 1938, 1950, 1962, 1974, 1986, 1998, 2010, 2022
 Coelho
(u)
1927, 1939, 1951, 1963, 1975, 1987, 1999, 2011, 2023
 Dragão
(tatsu)
1928, 1940, 1952, 1964, 1976, 1988, 2000, 2012, 2024
 Serpente
(mi)
1929, 1941, 1953, 1965, 1977, 1989, 2001, 2013, 2025
 Cavalo
(uma)
1930, 1942, 1954, 1966, 1978, 1990, 2002, 2014, 2026
 Ovelha
(hitsuji)
1931, 1943, 1955, 1967, 1979, 1991, 2003, 2015, 2027
 Macaco
(saru)
1932, 1944, 1956, 1968, 1980, 1992, 2004, 2016, 2028
 Galo
(tori)
1933, 1945, 1957, 1969, 1981, 1993, 2005, 2017, 2029
 Cão
(inu)
1934, 1946, 1958, 1970, 1982, 1994, 2006, 2018, 2030
 Javali
(inoshishi)
1935, 1947, 1959, 1971, 1983, 1995, 2007, 2019, 2031

2018 é o Ano do Cão, segundo dizem, os nascidas no ano regido por este signo possuem “virtudes de um cão”: São leais, sinceras e esforçadas. Não tem medo dos desafios da vida; procuram relacionamentos harmoniosos com os outros ao seu redor.

Em 2018,o ano terá influência direta do elemento terra.  Por esse motivo, as pessoas serão mais tolerantes e terão mais empatia, tornando o ano de 2018 repleto de equilíbrio. Também presente estará a lealdade, honestidade, fidelidade e solidariedade.


sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

O DOJO


O Dojo [道場], Do [道], que significa “caminho” e Jo [場], que significa “um lugar”, é o “lugar do caminho” ou “lugar da iluminação” – é a sala usada para o treino das Artes Marciais.
O Dojo (pronuncia-se DÔ-JÔ). Muito mais do que uma simples área, deve ser respeitado como se fosse a casa dos praticantes. Por isso, é comum ver o praticante fazer uma reverência antes de entrar e á saída , tal como se faz nos lares japoneses.

"Se um homem não demonstra seu valor no Tatami, ninguém é capaz de percebê-la no campo de batalha." 
Yamamoto Tsunetomo, Hagakure
Em 1897, quando a kodokan estava instalada em Shimotomizaka, possuindo uma área de 207 tatami, o governo japonês funda uma escola nacional, que congregaria todas as artes marciais, a butokukai.
Os maiores e mais tradicionais Dojos modernos das Artes Marciais do Japão estão no Kodokan criado em Tóquio, Japão, por Jigoro Kano, em 1882, e o Dai Nippon Butoku Kai , Grande Sociedade das Artes Marciais do Japão, criada em 1895, em Kyoto, no Japão, sob a autoridade do Ministério da Educação. O objetivo deste último foi o de padronizar as Artes Marciais de todo o país. Foi a primeira organização oficial de Artes Marciais sancionada pelo governo do Japão.
A prática das Artes Marciais é realizada num Tatami (畳), que significava originariamente “dobrado e empilhado”. O Tatami tradicional é feito de palha de arroz prensada revestida com esteira de junco e com uma faixa preta lateral. No Japão, eram originalmente um item de luxo quando a maioria das pessoas viviam em locais de chão terreo.
O Tatami não tem a dureza do chão liso, por isso protege o karateca quando este cai durante a competição, em consequência de técnicas de projecção. Os dojos ocidentais mais modernos, utilizam tatami de matérias plásticas.
Cada Dojo tem as suas peculiaridades sobre etiquetas e protocolos, mas alguns são fundamentais:
Ao entrar e ao sair do Dojo, fazer saudação. Á entrada, representa o sentimento de solicitação da aprendizagem e de humildade. Á saída, representa o sentimento de gratidão.
Ao início e ao término da prática de um bunkai ou kumite, os participantes fazem uma saudação aos parceiros de treino. 
Quando o Sensei estiver a dar orientações mais extensas, deve-se permanecer em Seizam (ajoelhado) e após o término, agradecer com uma reverência. Permanecer nessa posição denota humildade para receber os ensinamentos.
O Dojo é um lugar especial que deve ser considerado como um templo. Não é simplesmente um local de treinos, refere-se a algo mais sublime que deve merecer todo o nosso respeito.
O nome foi adotado da religião budista, onde os monges procuravam a iluminação através da meditação, concentração e respiração. Por este motivo, deve-se guardar respeito, não conversar sem que seja solicitado pelo Sensei, utilizar-se boas maneiras evitando piadas ou palavras menos próprias, não cruzar os braços ou pernas, arregaçar mangas ou apoiar as costas nas paredes.

O Karaté é uma arte e uma filosofia de vida


sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

MANEKI NEKO – Escultura que representa um gato


O Maneki Neko não é uma raça ou um ser vivo, mas sim, uma escultura, normalmente feita de cerâmica, que representa um gato. Para os japoneses é um símbolo da sorte e do dinheiro.


O gato, normalmente, tem uma pata levantada e outra a acenar, podemos vê-lo frequentemente em estabelecimentos comerciais, templos, restaurantes, e á entrada da maioria dos lares japoneses, significando as boas-vindas ao convidado ou cliente.


Não se sabe ao certo a origem, mas acredita-se que foi em Tóquio, outros acreditam que tenha sido em Kyoto, mas sabe-se que o primeiro Maneki  é do final do período Edo, aparentemente  eram muito populares, por aparecem em vários artigos e folhetos da época.


Existe uma lenda japonesa que diz que um gato a lavar o focinho  significa que novos clientes irão chegar, mas se pesquisarmos os proverbios chineses iremos deparar  com um , que diz que um gato a lavar o focinho, significa que irá chover.


Quase todos os Maneki usam uma coleira vermelha com um sino pendurado, dizem ser uma lembrança dos costumes do período Edo (1603-1867) quando o gato era um animal de estimação muito caro. As damas da corte colocavam coleiras vermelhas nos seus gatos de estimação, feitas dos tecidos mais luxuosos da época e pequenos sinos, usados com o propósito de os localizar.




Características do gato Maneki Neko:

Alguns são elétricos e a pata mexe lentamente.

O Maneki apresenta diversas cores, as mais comuns é o branco, preto, ouro e vermelho.

Pode ser encontrado de diversas formas, porta chaves, cofres, purificadores de ar, vasos para plantas, entre muitos outros objectos.

A pata direita levantada atrai dinheiro e a esquerda levantada atrai clientes.

Alguns podem confundir o gesto do Maneki, mas na verdade, ele está a tentar atrair a atenção, e não somente a acenar.

A composição dos Maneki Neko mais antigos, podem ser de madeira esculpida ou pedras, porcelana ou ferro fundido, os mais caros podem ser feitos de Jade e até mesmo de Ouro.


Cada cor dos Maneki tem um significado especial:

Branco: sorte, pureza e felicidade
Preto: proteção contra doenças, afasta maus espíritos
Rosa; sorte no amor, bons relacionamentos
Dourado: riqueza e prosperidade  
Prateado: saúde e longevidade
Verde: sorte nos estudo
Amarelo: boas amizades e relacionamentos
Azul: realização dos sonhos
Vermelho: proteção contra o mau e doenças

Tricolor: muita sorte


domingo, 14 de janeiro de 2018

DEFESA PESSOAL


A defesa pessoal dispõe de regras de treino, mas nada se encontra estabelecido para casos de perigo real, quer se seja ou não, praticante de Artes Marciais.
Por esta razão, o agredido, deverá pôr todos os trunfos do seu lado e procurar tirar o máximo proveito dos meios ao seu dispor.

Um lenço atirado à cara do agressor, desconcertá-lo-á momentaneamente, fá-lo-á perder um tempo que será precioso para a defesa.

Um punhado de terra ou areia, uma carteira, um porta chaves, um isqueiro, terão a mesma utilidade.

Aproveitar uma parede, um automóvel estacionado, um poste, para a eles se encostar e evitar ataques pela retaguarda.

O uso de sapatos de salto alto, calças estreitas, jeans apertados, dificultarão os ataques com os pés e joelhos, impedirão movimentos rápidos.

Um guarda chuva, ainda que desdobrável, é uma arma temível. Um impermeável ou blusão enrolados no antebraço, protegerão de golpes violentos. Um jornal ou revista dobrados, transformar-se-ão em eficientes matracas. Uma malinha de mão torna a mulher mais elegante, e quando utilizada em movimentos rotativos, pode tornar-se um eficiente meio de defesa.
Numa época de grandes conflitos sociais, a violência gerada por injustiças, racismo, desemprego, droga, violação, roubo, intolerância dos homens e o ritmo alucinante do dia-a-dia, exigem, infelizmente, uma atenção cuidadosa e redobrada sobre como preservar, em primeiro lugar, a nossa integridade física e, depois, se possível, os haveres.
É bom que estejamos preparados para qualquer eventualidade, pois mesmo que atacados por um ladrão ou rufia, uma vez na vida, poderemos não ter segunda oportunidade de demonstrar o que aprendemos no Dojo. Nestas circunstâncias, o fator espírito e o desprendimento total pelas consequências é fundamental. Só podemos ser realmente nós mesmo, se não agirmos inibidos pelas convenções e ao mesmo tempo, “não termos nada a perder”.


Existem inúmeras formas e técnicas de defesa pessoal que podem e devem ser usadas em caso de perigo extremo. Quando não nos reste outra solução, há que utilizar todos os nossos conhecimentos técnicos, força física e mental, salvaguardando, assim, muitas vezes, o que nos é mais precioso, a própria vida. Numa situação de ataque, com vários agressores, em luta real de vida ou de morte, a técnica de combate deverá ser baseada sempre na imediata mobilidade após os contra-ataques, impondo um ritmo de ataque, sempre ao indivíduo mais próximo, após a ação empreendida.
A um ataque simultâneo de envolvimento, devemos, esquivar-nos no último instante, o que exige um sangue frio a toda a prova.
Quando se procede a qualquer ataque neste tipo de luta de vida ou de morte, deve-se fazê-lo de maneira a colocar o adversário em situação de desfalecimento ou desmaio e, se as circunstâncias forem ao nível de armas de fogo, poder-se-á atacar, eventualmente, os pontos vitais.
A título de exemplo, e de acordo com as imagens , temos uma situação de um abraço com prisão de braços, para a qual são sugeridas duas soluções.
São várias as formas possíveis de resolver esta situação, mas independentemente da opção tomada, ela deve ser firme, a mente e corpo devem fundir-se com o objetivo urgente de preservar a vida, os haveres ou simplesmente, ajudar alguém ao nosso lado. Libertar-se e conseguir a neutralização do agressor é, na verdade, o grande objetivo.
Sem que isso possa limitar a nossa capacidade de atuação, antes pelo contrário, é imprescindível avaliar situações em que o risco de insucesso é quase completo. Numa situação em que existe uma ameaça com pistola, a uma distância fora do nosso raio de ação, há que aguardar ou criar o momento certo de atuar.



Situação de um abraço com prisão de braços

Esquiva à retaguarda, fletindo sobre a perna esquerda e afastando os braços com os punhos fechados. Ataque com o joelho direito ao baixo-ventre do agressor.

Pousar a perna direita dando um grande passo à retaguarda, rodar sobre a perna esquerda e alívio do braço por rotação do corpo, passando o braço esquerdo sob o braço direito do agressor para deixar cair de novo o braço esquerdo sobre o cotovelo do agressor.

Esquiva à retaguarda, por ligeiro abaixamento do corpo e recuo das nádegas. Ataque com as duas mãos ao baixo ventre.

Alívio, afastando os braços e rodando sobre a perna esquerda 180º para a esquerda. Passar o braço direito pelo exterior do braço esquerdo do agressor e golpear a cara com a palma da mão direita, bem aberta, agarrando o agressor pelos cabelos. Simultaneamente, o braço esquerdo passa sob o braço direito do agressor e agarra o ombro direito.


Acentuar a rotação do corpo e projetar o adversário, tocando-lhe o corpo com o quadril direito e continuando a ação rotativa dos braços. Imobilização do punho, segurando com a mão esquerda o punho direito e, voltando-lhe a palma desta mão para cima, empurrando-lhe os dedos para baixo.

Há quatro pontos fundamentais no combate contra vários atacantes:

1º Mudar constantemente de posição durante as esquivas.
2º Executar ataques de violência extrema.
3º Impor o ritmo do combate e atacar sem cessar.
4º Concentrar-se com os membros em completa tensão.

Breves conselhos que deverão ser tidos em conta:
Ofereça ao agressor a menor superfície possível do seu corpo.
Adote uma posição de “em guarda” muito fechada.
Mantenha o auto-domínio, controlando sempre a respiração.
Recorra a movimentos de defesa comuns, baseados em gestos instintivos.
Faça ataques precisos e secos.
Quando em presença de vários agressores, procure voltar as costas a uma parede, automóvel, vedação, salvaguardando-se de ataques pelas costas.
Atente mais na forma e direção do ataque, do que na arma utilizada pelo agressor.
Mantenha-se a primazia da situação a todo o momento.
Se o final do combate, for desfavorável e não consegue, de forma nenhuma, afastar-se do agressor ou agressores, grite por socorro. O empenhamento e o conhecimento de técnicas de defesa e ataque, não tornam o indivíduo invulnerável ou invencível.


segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

O 1º DE JANEIRO NO JAPÃO

O dia 1 de Janeiro é o maior feriado do ano no Japão. É nesse dia que as famílias se reúnem para um lauto banquete. O feriado está associada com alimentos, decorações festivas, rituais, passatempos e eventos que dão ao dia muito sabor e charme.
O Ano novo no Japão é conhecido como Oshougatsu e é comemorado do dia 1 ao dia 3 de janeiro, embora algumas tradições se estendam até final de janeiro.
A ideia por trás de muitas superstições  do Ano Novo japonês é começar o novo ano com o pé direito. Acredita-se que a primeira refeição, sonho e ação do ano têm um significado. Vamos examinar algumas dessas tradições e a forma como os japoneses celebram o primeiro dia do ano novo.

Tradições religiosas no ano novo no Japão

Hatsumode – santuário xintoísta ou templo budista, é visita obrigatória durante o ano novo para fazer uma breve oração no altar do santuário. A primeira visita do ano é conhecido como hatsumode.
Muitos santuários e templos acendem fogueiras grandes ou pequenas para aquecer as multidões que estão á espera do hatsumode. Incensos são queimados em casa ou em santuários no Ano Novo. O fumo do incenso é considerado uma purificação.

Tocar o sino – Alguns templos budistas no Japão tocam o sino 108 vezes a meia-noite para representar os 108 pecados humanos do budismo Simboliza a purificação dos pecados.

Ema – São placas de oração que estão relacionadas com uma velha tradição de doar cavalos aos santuários. É popular escrever os desejos para o próximo ano numa ema e deixá-lo pendurado no santuário.
Hamaya – Significa “Demónio destruindo flecha” são decorações com origens samurais que são vendidas em santuários durante o ano novo. As crianças costumam receber essa decoração em forma de flecha.
Omikuji – São sortes aleatórias escritas em tiras de papel nos templos xintoístas e budistas no Japão. É muito comum durante o ano novo os japoneses tirarem a sua sorte.
Dondo Yaki – Os japoneses adquirem amuletos e objetos da sorte durante o ano novo. Existe uma fogueira onde eles podem deitar os objetos antigos para queimar, deita-los no lixo significa má sorte.
Omamori – São amuletos da sorte em brocado de seda que têm pequenas folhas de papel ou madeira no interior com orações escritas sobre eles. Existem milhares de Omamori diferente, para o amor, condução no transito, gravidez e etc.
Hatsuhinode – 初日の出 – No dia 1 de Janeiro, os japoneses costumam levantar-se cedo para assistir ao primeiro amanhecer do ano.

Oniyouzu – Durante o ano novo japoneses costumam soltar papagaios de papel. No passado, soltavam papagaios conhecidas como Oniyouzu na forma de demónios japoneses, como forma simbólica de se livrar do mal. Hoje a maioria solta papagaios normais.
Otoshidama – É habitual para os pais, avós, tias e tios dar às crianças dinheiro em envelopes especiais no Ano Novo.
Nengajo – São cartões postais de ano novo. Todo ano o Japão envia mais de 3 bilhões de cartão postal que chegam exatamente no dia 1º de janeiro.

Jogos antigos – Durante o ano novo japonês, diversos jogos antigos e tradicionais são jogados. As crianças são ensinadas pelos avós a jogar jogos antigos como Karuta. Inclusive em Kyoto existe um campeonato onde os participantes vestem-se com o kimono.
Osechi Ryori – Há pelo menos 50 pratos associados ao Ano Novo japoneses que são conhecidos coletivamente como Osechi Ryori. Cada prato tem o seu próprio significado simbólico para a saúde, longevidade, felicidade e sucesso. Cozinhar Osechi Ryori é uma tarefa difícil, porque é comum ter 30 ou mais variedades de alimentos para a refeição de Ano Novo.

Toshikoshi Soba – É tradição na véspera de Ano Novo comer uma tigela de macarrão de trigo sarraceno conhecido como Toshikoshi Soba pouco antes da meia-noite. A forma longa do macarrão representa a passagem de um ano para o outro.
O Ano novo é uma das épocas mais agitadas no Japão, onde milhares de pessoas viajam. Há diversas outras tradições e acontecimentos durante o ano novo como a saudação do imperador. Nalguns lugares pode notar-se a largada de fogos, ou balões. São inúmeras tradições que duram até o dia 15 de janeiro ou mais.