quarta-feira, 6 de outubro de 2021
KARAKAMI – UMA ARTE MILENAR JAPONESA
domingo, 22 de agosto de 2021
USHIKU DAIBUTSU - A ESTÁTUA DE BUDA MAIS ALTA DO JAPÃO
Nem as estátuas mais famosas do mundo, como a
Estátua da Liberdade (93 m) o Cristo Redentor (38 m), ou o Cristo Rei em
Portugal (110m) superam o monumento Ushiku Daibutsu em altura. Aliás, ela
também é mais alta que a famosa estátua Great Buddha de Kamakura (13,35
metros).
Considerada a mais alta do Japão, com 120 metros de altura,
incluindo os 10 metros de base e de plataforma com formato de flor de lótus, a
estátua Ushiku Daibutsu é feita de bronze e pesa aproximadamente 4.000
toneladas.
Durante anos, foi considerada a mais alta do mundo e hoje
encontra-se entre as três maiores, ultrapassada pelo Buda do Templo da
Primavera da China com 128 metros e para Laykyun Setkyar em Mianmar com 116
metros.
Através do interior da estátua, o visitante pode subir até aos
85 metros onde há uma plataforma de observação.
Dizem que em dias bastante claros é possível observar o Tokyo Skytree de Tokyo. Além disso, a estrutura tem um museu no seu interior.
A estátua Ushiku Daibutsu, também conhecida como Ushiku Arcadia,
representa Amitabha Buda, um dos Cinco Budas da Meditação.
Foi construída em 1993 em
comemoração ao nascimento de Shinran, fundador do Jodo Shinshu ou “Verdadeira
Escola da Terra Pura”, um dos ramos do Budismo.
A estátua Ushiku Daibutsu localiza-se em Ushiku, Província de
Ibaraki, a uma hora a nordeste de Tokyo.
O monumento é rodeado por um jardim e por um parque de animais
de pequeno porte.
É um monumento impressionante que deve ser visitado.
sexta-feira, 16 de julho de 2021
OS FILHOS DOS SAMURAI
Os filhos dos samurais recebiam desde cedo, uma educação apropriada à
classe guerreira, que se resumia a duas ordens de aprendizagem:
A escrita e conhecimentos de clássicos japoneses e chineses. O manejo de
armas a partir dos 5 anos de idade, aprendendo a lidar com pequenos arcos e
flechas, feitos a partir de finos bocados de bambu, atirando contra alvos ou
caças como veados e lebres, tudo sob orientação paterna. Treinavam também
equitação, indispensável para um bom guerreiro.
O samurai considerava como ponto de honra e regra geral, ele próprio educar
os filhos, com a indispensável cooperação da esposa, empenhando-se no sentido
de incluir nas suas mentes os princípios de piedade filial, lealdade e devoção
ao senhor, coragem e autodisciplina que os tornassem, por sua vez samurais
dignos desse nome.
A criança ingressava com a idade de 10 anos num mosteiro budista, onde
permanecia durante 4 ou 5 anos, recebendo uma educação rigorosa e intensiva.
De manhã, lia-se o sutra e depois treinava-se caligrafia até o meio-dia.
Após o almoço, o aluno ia às aulas de matérias gerais, seguidas de exercícios
físicos. Finalmente, a noite era reservada normalmente para a poesia e música,
os samurais apreciavam em particular a shakuhachi ou fue (flauta de bambu),
como instrumento masculino.
sábado, 5 de junho de 2021
MESTRE GICHIN FUNAKOSHI - PRINCIPAIS DADOS BIOGRÁFIOS
1868 - Nasce em Shuri,
Okinawa. (Okinawa ilha do arquipélago de Ryukyu cuja principal cidade é Naha.
1879 - Inicia a sua prática de
Okinawa-te. (Forma de combate tradicional da ilha de Okinawa)
1888 - Completou o seu curso de professor escolar. Conseguiu emprego como professor numa escola primária em Shuri, com a idade de 21 anos.
1891 a 92 - Recusa uma promoção que o sujeitaria a uma transferência e consequente afastamento dos seus mestres.
1902 - Recusa uma promoção que o sujeitaria a uma transferência e consequente afastamento dos seus mestres
1906 - Funakoshi participa na primeira demonstração pública de Okinawa-te, perante os representantes da administração e da marinha imperial.
1914 - Inicia uma digressão de dois anos, com um grupo de mestres de Okinawa, com os quais realiza mais de cem exibições públicas.
1921 - Demonstração diante de Hiro Hito, mais tarde, príncipe em Okinawa.
1922 - Participa na demonstração em Okinawa-te, por ocasião do festival de Educação Física em Ochanomizu, Tóquio. Publica a sua primeira obra: Ryu Kempo Karate, editada pela editora Bukiokha (os originais foram destruídos pelo terramoto de 1923); a nova edição foi intitulada Rentam Goshin Karate Jitsu e apareceu em 1926.
1924 - Gijiku, Universidade de Keio, foi incluído o Karate no seu programa de estudos.
1926 - Segundo clube universitário de Karate em Ichiko, universidade de Tóquio.
1927 - Criação dos clubes universitários de Waseda, Takosoku y Shodai. Advertência a alguns dos seus discípulos sobre a possível introdução do Ju-kumite. Ohtsuka e dois discípulos abandonam o dojo.
1933 - Substituição do significado de Kara como china, por kara como vazio. Troca dos nomes originais das katas em chinês para Japonês.
1936 - Inauguração do Shotokan (a casa de Shoto), primeiro dojo de Funakoshi, bairro de Mijuroko, Tóquio. No mesmo ano, um grupo de mestres em Naha (Okinawa), confirma a denominação da arte marcial como Karate.
1945 - Morre o seu filho Giko Funakoshi, de tuberculose. Entretanto, Funakoshi deixa Tóquio para acompanhar o seu filho. Bombardeamentos americanos destroem o seu dojo ``Shotokan´´.
1947 - A sua mulher morre e ele decide reconstruir o seu dojo, mas as artes marciais japonesas haviam sido proibidas por três anos, pelas forças de ocupação americanas.
1949 - Isao Obata, discípulo de Funakoshi, funda a ``Associação Japonesa de karate´´. Imediatamente, foi nomeado Funakoshi como instrutor chefe da associação.
1950 - A Associação Japonesa de karate cria as regras para a competição. O karate faz a sua aparição em França, sendo considerados como primeiros praticantes deste país, Alcheik e Plee.
1956 - Escreve o seu último livro: Karate-do, o meu caminho.
1962 - Primeiro campeonato de karate de França.
1965 - Criação da UEK – União Europeia de Karate.
1966 - Primeiro campeonato da Europa de Karate.
1972 - Segundo Campeonato do Mundo, em Paris, tendo, a equipa francesa saído vencedora e sagrada campeã do mundo.
1977 - A atração que o karate exerce sobre os jovens é reforçada por numerosos filmes e propaganda. O número crescente de praticantes está na origem da separação do Judo e do Karate.
NAVEGADORES PORTUGUESES E O JAPÃO
Após a chegada ao Brasil, em 1500, os portugueses navegaram para o Japão. Os séculos XV e XVI foram uns anos de grandes expedições e consequentes descobertas.
Em 1512, durante o reinado de D.Manuel I, chegam notícias de que existiria
um arquipélago, na região onde o mercador italiano Marco Polo, na sua longa
viagem pela China, em 1291, tomara conhecimento ,chamado “Cipango” ou
“Ji-pangu”, local onde o sol nasce, em chinês. Não era lenda, como pensavam os
contemporâneos do famoso mercador.
Na época os japoneses viviam isolados, pelo fato do país não ter ligação
por terra com nenhum outro, só tinham contato com a China e Coreia, de onde
receberam fortes influências culturais, como a escrita, o cultivo do arroz e o
budismo. Mas a informação que o ocidente tinha do Japão ainda vinha de
mercadores, que tinham circulado pelo continente chinês. “Uma ilha grande, de
gente branca, de boas maneiras, formosos e de uma riqueza incalculável”,
descreveu Marco Polo. A descrição deixava o novo país envolto numa névoa de
fabulosas riquezas, e quando Cristóvão Colombo descobriu o Haiti, em 1492,
estava convencido de que tinha chegado ao misterioso Cipango.
Já em 1540, as informações sobre o Japão estão mais claras, pois barcos
japoneses ancoravam nas pequenas ilhas de Liampo (Ning-po), na costa chinesa, e
lá tinham contato com mercadores portugueses. Ancoravam ali também barcos
chineses de junco. Foi um desses barcos, segundo a história, que se dirigia
para Liampo carregando três portugueses, que sofreu uma violenta tempestade e
foi parar na ilha de Tanegashima, ao sul do Japão. A data desse acontecimento é
23 de setembro de 1543, de acordo com Teppo-ki (crônica da espingarda), escrito
no Japão no início do século XVII.
Teppo-ki narra a introdução da espingarda pelos três náufragos portugueses
e descreve as observações do chinês que atuou como intérprete dos estrangeiros:
“Estes homens bárbaros do sudeste são comerciantes. Compreendem até certo ponto
a distinção entre superior e inferior, mas não sei se existe entre eles um
sistema próprio de etiqueta. Bebem em copo sem o oferecerem aos outros, comem
com os dedos, e não com pauzinhos como nós. Mostram os seus sentimentos sem
nenhum fingimento. Não compreendem os caracteres escritos. São gente sem morada
certa, que troca as coisas que possuem pelas que não têm, mas no fundo são
gente que não fazem mal”.
O padre Francisco Xavier, que se encontrava em Málaca, na China, tomou
conhecimento da descoberta do Japão pelos portugueses e ao conhecer um foragido
japonês chamado Anjiro (que pode ser Ângelo, um nome de batismo), tomou a
decisão de ir expandir a fé cristã no novo país.
Fugindo de uma acusação de homicídio, Anjiro havia procurado refúgio no
navio do capitão Jorge Álvares, que esteve no Japão em 1544. Anjiro acompanhou
Francisco Xavier em 1549 ao Japão e auxiliou-lho no trabalho de cristianização.
Numa das passagens mais curiosas da história, Xavier viaja para Kyoto, e em
apenas onze dias verificou a razão porque a catequização não progredia e os
japoneses davam pouca atenção às suas palavras, era a pobreza de que fizera
voto, e que aos japoneses os impressionava mal. Quando soube que o daimyõ
(senhor feudal) de Yamaguchi era o mais poderoso do país, dirigiu-se para lá
vestindo ricas vestes sacerdotais. O daimyõ ficou impressionado e recebeu de
Xavier cartas do vice-rei da Índia e do bispo João de Albuquerque, pedindo
autorização para o jesuíta pregar o cristianismo ali. A autorização do daimyõ,
datada de 1552, diz:
“Este documento prova que dei licença aos padres vindos do Ocidente, para
encontrarem ou construírem um mosteiro a fim de espalharem a lei de Buda”. A
última expressão mostra que os japoneses pensavam que se tratava de uma seita
budista vinda da Índia. De fato, o daimyõ deu-lhes um mosteiro budista para se
instalarem.
Ao mesmo tempo que o cristianismo crescia, o comércio português também foi
intensificando com o Japão. Os portugueses circulavam por vários portos e em
todos faziam negócios. No Japão compravam prata, cobre, objetos laqueados e
espadas. E vendiam sedas e ouro adquiridos na China. Em pouco tempo, Portugal
passa a ser o único país a intermediar negócios entre o Japão e a China.
Apesar dos acontecimentos que se seguiram, como a chegada dos holandeses, a
expulsão dos portugueses, o encerramento dos portos e o completo isolamento do
Japão, a influência portuguesa no Japão pode ser vista ainda na atualidade. E
não somente em Nagasaki, onde a presença portuguesa foi mais forte e demorada,
mas em todo o arquipélago, atravessando o mar e chegando, curiosamente até o
Brasil.
Como um simples exemplo dessa integração, temos algumas igrejas católicas
no Brasil, onde as missas são realizadas em idioma japonês, por padres
japoneses ou descendentes.
Palavras oriundas do português que são usadas no Japão:
·
Kappa = Capa
·
Shabon = Sabão
·
Koppu = Copo
·
Castera = bolo de Castela
·
Pan = Pão
·
Kabocha = Abóbora da Camboja – Obs. enquanto em São
Paulo, graças à presença japonesa, os feirantes chamam aquela abóbora de casca
dura e escura de “kabotiá”, no Japão, em algumas regiões, a mesma é conhecida
como “boburá”, derivado de abóbora.
·
Tempura = Tempero
·
Arigatou = Obrigado. Alguns estudiosos dizem que a
palavra de agradecimento comum em japonês é derivada do português.
Palavras japonesas que fazem parte do português:
·
Biombo = Byobu
·
Quimono = Kimono
·
Judo = Judo
·
Caratê – Karate
terça-feira, 25 de maio de 2021
FORMAS DE COMPETIÇÃO
A expressão competitiva, institucionalizada inter-estilos, inicia-se em 1965 com os primeiros
campeonatos Japoneses sob a égide da Japan Karaté Federation (JKF fundada em
1962). Em 1966, é fundada a EKU (European Karatedo
Union), tendo lugar em Paris os primeiros campeonatos europeus de Karaté.
Em 1970, tiveram lugar em Tóquio, no mês de outubro, os primeiros campeonatos do Mundo de karaté. Foi nessa ocasião que se reuniram
os delegados de 33 países para criarem a Federação Internacional de Karate
(WUKO), World Union of Karate-do Organizations). Os segundos campeonatos do
Mundo tiveram lugar em Paris, em 1972.
Depois seguiram-se Long-Beach em 1975, Tóquio
em 1977, Madrid em 1980, Taipei em 1982, Maastricht em 1984, Sydney em 1986, etc.
Em 1993, a WUKO, num movimento de fusão com a
ITKF (International Traditional Karate-do Federation) passa a denominar-se WKF
(World Karatedo Federation), também conhecida por FMK (Federação Mundial de
karate), tendo-se realizado em novembro de 1996 os 13ºs Campeonatos de Mundo em
Sun City na África do Sul.
As competições de karaté devidamente institucionalizadas, pretendem garantir a segurança dos karatecas e a igualdade de critérios de avaliação.
A prova
de Kata tem duas formas fundamentais de organização:
- Individual e por equipa
A prova de kumite tem três formas de organização:
Individual absoluto (sem categorias de peso, Individual por categorias de peso e por equipa.
Se à primeira categoria está subjacente o
combate livre e regulamentado, com adversários do mesmo sexo, à segunda, com o objetivo de nivelar algumas potencialidades antropométricas, categorizam-se os
combates segundo o critério tradicional do peso.
Na prova de Kumite equipas, os combates decorrem
sucessivamente entre cada um dos cinco representantes de cada equipa, o que
leva a uma sequência de cinco combates para os homens e três para as mulheres.
Ganha a equipa que obtiver maior número de vitórias.
A regra fundamental no Kumite é a do controlo
absoluto de todos os movimentos, já que não se pode ferir deliberadamente o
adversário, nem ter comportamentos que ponham em risco a própria segurança.
Quem não cumpre estes princípios básicos é penalizado ou expulso da competição.
Os competidores, têm que executar os ataques de
forma a evidenciarem a técnica ou sequência de técnicas. Caso não controlem os
movimentos, podendo ferido gravemente o opositor, são penalizados com ipon-2 pontos ou um wasari-1 ponto, dependendo da gravidade da falta.
Não se trata de avaliar se bateu com maior ou
menor força, mas antes avaliar, o timming, a velocidade de execução e a
precisão no toque em zonas pontuáveis. Estas são as qualidades que se esperam
de um competidor. Devemos promover o respeito pelo adversário e a sua integridade
física.
As Esquivas com o corpo (Tai-Sabaki) no combate:
As esquivas aos ataques são muito importantes no karaté. Alguns estilos, desvalorizam o bloqueio direto ao ataque, treinando intensamente
as esquivas e contra-ataque. Podemos encara-las como uma forma avançada de
defesa. O bloqueio a um ataque é o reflexo instintivo, a esquiva e contra-ataque
exige grande experiencia e domínio de cada uma das técnicas.
terça-feira, 18 de maio de 2021
AS 10 FLORES MAIS POPULARES DO JAPÃO
AS 10 FLORES MAIS POPULARES DO JAPÃO
As estações
bem definidas são uma das
grandes características do Japão. A paisagem transforma-se em cada mudança de
estação, havendo a oportunidade de se ver diferentes espécies de flores. A
tradição de apreciar as flores é algo que faz parte da cultura japonesa e não
se restringe apenas à primavera e ao sakurá.
Em cada estação, os festivais mudam conforme o
aparecimento das flores. Embora a flor de cerejeira, seja sem dúvidas a flor mais popular do Japão, há muitas outras
igualmente bonitas que também merecem a nossa atenção.
Normalmente, a floração começa no Sul (Okinawa) e vai
subindo até chegar ao norte (Hokkaido). Isso acontece por causa das diferenças
climáticas do país.
Flores de Ameixoeira
Floração: Meados
de fevereiro a meados de março.
Dicas de locais e/ou festivais:
Kairakuen
(Ibaraki)
KoishikawaKorakuen
(Tokyo)
YushimaTenjinShrine
(Tokyo)
Hanegi
Parque (Tóquio)
KitanoTenmangu
(Kyoto)
DazaifuTenmangu
(Fukuoka)
Flores de Cerejeira (Sakurá)
Floração: Final de março a meados de abril.
Tulipas
Floração: Durante o mês de abril
Dicas de locais e/ou festivais:
Festival de Tulipas em Tonami (Toyama)
Festival de Tulipas em Niigata (Niigata)
Parque temático HuisTenBosch
(Nagasaki)
PinkMoss (Shibazakura)
Floração: Meados de Abril a meados de Maio.
Dicas de locais e/ou festivais:
Fuji Shibazakura Festival (Shizuoka)
Chichibu Hitsujiyama Park
(Saitama)
Higashimokoto
Flower Park (Hokkaido)
Glicínia (Fuji)
Floração: Final de abril a início de maio.
Dicas de locais e/ou festivais:
Ashikaga Flower Park (Tochigi)
Kawachi
Fuji Gardens em Kitakyushu (Fukuoka)
Rosas (Bara)
Floração: Mês de maio.
Dicas de locais e/ou festivais:
Fukuyama Rose Festival (Hiroshima)
Rose Festival em Kyu-Furukawa (Tóquio)
KanoyaRose Festival (Kagoshima)
Hortênsias (Ajisai)
Floração: Meados de junho a meados de julho
Dicas de locais e/ou festivais:
Osaka
Fumin-no-mori (Osaka)
Shimoda Koen
(Shizuoka)
Templo Hondoji (Chiba)
Santuário OhirasanJinja (Tochigi)
Flor de Íris (Hanashobu)
Floração: Mês de junho
Dicas de locais e/ou festivais:
KatsushikaShobuMatsuri (Tóquio)
Itako Iris Festival (Ibaraki)
Sawara Íris Festival (Chiba)
Hyoko Iris Festival (Niigata)
Girassóis (Himawari)
Floração: Início de julho a início de agosto.
Dicas de locais e/ou festivais:
Hokuryu-choHimawari Matsuri (Hokkaido)
Zama Himawari Matsuri (Kanagawa)
KitanakagusukuHimawari Matsuri (Okinawa)
Lavanda
Floração: Meados de julho a início de agosto.
Dicas de locais e/ou festivais:
Campos
de lavandas em Furano e Biei (Hokkaido)
HinodePark em Kami Furano (Hokkaido)
O outono também é uma época muito especial para a visualização
do Koyo, que em japonês significa “folhas vermelhas”

















































